Pisos de prédios históricos inspiram projeto nas redes sociais

Além da colaboração dos brasileiros, a galeria também conta com fotos de países como México, França, Espanha, Itália, Israel, Polônia e Japão

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.
postado em 09/04/2015 08:02 / atualizado em 02/06/2015 17:28 Hellen Leite
Chão que eu piso/Divulgação


Quatro pisos de prédios históricos foram inspiração para a criação de uma coleção artesanal de cadernos de anotações: o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e Memorial Minas Gerais Vale, do Cine Theatro Brasil Vallourec do Museu de Artes e Ofícios, todos em Belo Horizonte. Paola Carvalho e Raíssa Pena são as idealizadoras do projeto que transforma traços encontrados no chão em estampas.

Batizado de “Chão que eu piso”, o plano começou com uma divertida obsessão, em 2013, quando Paola, apaixonada por detalhes arquitetônicos, começou a fotografar e a publicar em suas redes sociais os pisos dos prédios que visitava em Belo Horizonte e por onde viajava. Paola conta que a intenção nunca foi mostrar o pé ou o sapato, mas jogar luz tanto sobre a estética do piso, quanto na história do lugar onde ele se encontra. Os amigos perceberam a predileção e passaram a contribuir, enviando fotos dos pavimentos que julgavam interessantes.

Leia mais notícias em Decoração

Com a parceria da amiga Raíssa, foram criados perfis no Facebook e no Instagram, além do site www.chaoqueeupiso.com.br. “E, a partir daí, iniciou-se uma coleção virtual com fotos de chão em que pisamos por aí – especialmente ladrilhos hidráulicos, mosaicos e tacos”, destaca. Pessoas do mundo todo aderiram ao projeto. Hoje já são mais de 2.000 fotos enviadas de cidades brasileiras e de outros países, como México, França, Espanha, Itália, Israel, Polônia e Japão.

Para participar da coleção virtual, basta enviar uma foto pela página do Facebook, usar a hashtag #chaoqueeupiso no Instagram ou entrar em contato pelo endereço de email.

<b>À esquerda</b>: um mosaico  da Igreja Matriz de Senhora Santana, em Itaúna, Minas Gerais. A atual construção é de 1935, mas ela carrega uma história que começou em 1739, quando os portugueses fundadores da cidade resolveram criar por lá um oratório. <b>À direita:</b> um piso da tradicional Glaser's Bake Shop, em Nova York. Uma família de imigrantes alemães abriu a loja em Yorkville, no Upper East Side, em 1902 - Chão que eu piso/Divulgação À esquerda: um mosaico da Igreja Matriz de Senhora Santana, em Itaúna, Minas Gerais. A atual construção é de 1935, mas ela carrega uma história que começou em 1739, quando os portugueses fundadores da cidade resolveram criar por lá um oratório. À direita: um piso da tradicional Glaser's Bake Shop, em Nova York. Uma família de imigrantes alemães abriu a loja em Yorkville, no Upper East Side, em 1902

<b>À esquerda:</b> o piso da Catedral Nossa Senhora da Vitória, em São Luís, Maranhão. O desenho foi feito pelo padre luxemburguês Felipe Bertendorf e aprovado por Roma. Foi edificada com mão de obra indígena e inaugurada em 1699. <b> À direita:</b> o piso de um apartamento pessoal. A moradora tentou reproduzir nos mínimos detalhes a casa em que cresceu, no interior de Minas Gerais - Chão que eu piso/Divulgação À esquerda: o piso da Catedral Nossa Senhora da Vitória, em São Luís, Maranhão. O desenho foi feito pelo padre luxemburguês Felipe Bertendorf e aprovado por Roma. Foi edificada com mão de obra indígena e inaugurada em 1699. À direita: o piso de um apartamento pessoal. A moradora tentou reproduzir nos mínimos detalhes a casa em que cresceu, no interior de Minas Gerais

<b>À esquerda:</b> o chão do Museu Nacional de Belas Artes, no centro histórico do Rio de Janeiro. <b>À direita:</b> o piso da Casa Una Centro de Cultura, que funciona em um casarão histórico do tradicional bairro de Lourdes, em Belo Horizonte - Chão que eu piso/Divulgação À esquerda: o chão do Museu Nacional de Belas Artes, no centro histórico do Rio de Janeiro. À direita: o piso da Casa Una Centro de Cultura, que funciona em um casarão histórico do tradicional bairro de Lourdes, em Belo Horizonte

As estampas também são impressas em cadernos de capa dura, que podem ser encomendados pelo Facebook, Instagram ou email de contato  (R$ 25,00) - Chão que eu piso/Divulgação As estampas também são impressas em cadernos de capa dura, que podem ser encomendados pelo Facebook, Instagram ou email de contato (R$ 25,00)

Anúncios do Lugar Certo

Outros artigos

ver todas
05 de outubro de 2016
26 de setembro de 2016
23 de setembro de 2016