Empresa constrói prédio usando 2 mil pallets

Foram utilizados pallets antigos da empresa para forrar um antigo armazém por dentro e por fora

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postado em 20/04/2016 10:03 Hellen Leite
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Uma empresa portuguesa se destaca ao transformar um antigo armazém no escritório da equipe. A equipe da byDISPLAY, que fica em Lisboa, decidiu investir em uma forma mais sustentável de trabalhar e receber os clientes, ao utilizar 1780 pallets de ações anteriores para montar a decoração do escritório.

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Antes, a empresa ocupava um prédio moderno de três pisos e 700 metros quadrados. De acordo com o designer responsável pelo projeto, Genésio Filho, os armazéns da empresa ficavam a cerca de 20 km do escritório, o que gerava deslocações diárias de alguns funcionários e originava custos extras e perda de tempo de trabalho. “Assim decidimos centralizar tudo e procuramos um local onde pudéssemos ter o escritório e o armazém juntos”, conta.

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Todos os pallets já tinham sido usados em ações da empresa, que há 22 anos já usava esse material para transportar stands dos clientes em todos os continentes, por isso, muitos deles estavam acumulados. “O que seria um material sem valor e que ocuparia um grande volume de espaço, foi transformado em algo útil, que é motivo de orgulho e que reflete o nosso trabalho e dos nossos clientes”, garante Filho.

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O galpão foi todo forrado por pallets, por dentro e por fora e o resultado surpreendeu pelo visual inovador. Além disso, os funcionários ganharam mais qualidade de vida com o novo empreendimento. Agora, o escritório sica em uma zona emergente de Lisboa, que tem vários ateliês, restaurantes “cool”, lojas de antiquários e design, e ainda fica perto do rio Tejo, com uma Marina e jardins para passear. “Mas também pelo fato de estarmos todos no mesmo andar, o que facilita a comunicação e a gestão do trabalho, principalmente com o escritório à distância de uma porta do armazém”, comemora o designer da byDISPLAY.

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No total, o gasto financeiro não foi dos mais baixos. “Entre a recuperação dos tectos antigos, que são cerca de 3.800 metros, pinturas e recuperação do armazém, estamos a falar de cerca de 52 mil euros”, afirma o designer, que também garante que o benefício superou as expectativas. A iniciativa ainda ajudou os arquitetos e designers a mostrarem para os clientes que a proposta sustentável é funcional. “Os clientes quando conhecem o nosso escritório aceitam com mais facilidade as nossas propostas porque vêem logo um exemplo de um projeto já concluído”, explica Genésio Filho.

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