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| Piso com madeiras certificadas e de extração controlada são fundamentais para quem tem consciência com o consumo sustentável |
09/09/2010 - A questão de usar ou não pisos de madeira sempre levantou algumas dúvidas. O fato de a madeira ser nobre não quer dizer que o produto não respeita o meio ambiente. Ao contrário, sua extração controlada e certificada garante que o consumidor utilize um produto de qualidade, que tenha durabilidade muito maior, evitando assim a troca constante do material.
Porém, não é só a alta resistência que certifica a consciência ambiental de um piso de madeira. Utilizar esse tipo de revestimento reduz, inclusive, os efeitos negativos na camada de ozônio, como diz o presidente do Grupo Cikel Brasil Verde, José Pereira Dias. Segundo ele, quando há um manejo florestal consciente e a extração ocorre em uma determinada fase de vida de uma árvore, pode-se duplicar a eficiência da absorção de gás carbônico e utilizar a matéria orgânica de forma sustentável.
Pelo lado estético e de bem-estar, o piso de madeira agrega aconchego a qualquer ambiente, como acrescenta o presidente da Cikel, empresa especializada na produção de pisos de madeira. Isso porque esse tipo de revestimento consegue transmitir a vida e a receptividade característica da madeira, que não está presente em produtos industriais que imitam apenas a questão visual da matéria-prima.
Pensando nisso, a Cikel lançou a linha Cikel Collection, dividida em Finestrip, Clássico e Rústico. A Finestrip apresenta as opções capuccino light, amêndoa natural, cumaru natural, alba gray light, alba gunstock, timborana, ipê, jatobá e muiracatiara. A Clássica traz as madeiras sucupira, tauri, timborana. Já a Rústica, a copaíba caramelo e copaíba café. Os produtos são provenientes de florestas certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC) e aprovados por leis ambientais.
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