Mercado apresenta novas tecnologias em revestimentos ecológicos

Fornecedores apresentam produtos sustentáveis para criar ambientes internos e externos sofisticados, que tenham também boa relação custo-benefício

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postado em 08/05/2014 08:00 Lilian Monteiro /Estado de Minas
Revestimento sustentável com aparência semelhante à do granito é prático e agrega valor ao imóvel - Divulgação/EcoGranito Revestimento sustentável com aparência semelhante à do granito é prático e agrega valor ao imóvel


Com tantas opções de projetos e produtos, o conselho mais importante é saber escolher. Para não errar, buscar orientação e aval de um profissional é a melhor decisão. Há pouco tempo no mercado (desde 2009), a EcoGranito oferece tecnologia nova em revestimento sustentável, desenvolvido a partir da sobra de areia de granito, que não exige o corte de rochas na extração e por isso mesmo é ambientalmente responsável. Exclusivo, patenteado no Japão, tem aparência semelhante à do granito e é voltado para o revestimento de elementos de vedação e estruturais da construção civil e de edificações.

Pode ser usado facilmente sobre superfícies de formato e tamanhos diversos e dos mais variados materiais como concreto, metais, madeira, vidro e até mesmo sobre outros tipos de revestimento. “O produto é prático, além de agregar valor e beleza. São 12 cores, com opção de personalizar conforme o gosto do cliente, e, por ter entre 30% e 32% de resina acrílica é um produto com durabilidade três vezes maior que os revestimentos comuns, que têm entre 6% e 8%. Tem garantia de cinco anos, já que há aplicações de 20 anos que estão em perfeito estado”, garante o gerente comercial da empresa, Robson Ribeiro de Souza.

A EcoGranito tem representantes em todo o país e exporta para o Chile e Estados Unidos. Robson enfatiza que o revestimento da marca pode ser usado em piscina, vaso de flor, mesa, armários embutidos, guarda-roupas, fachada, aparador, piso... “Ele se adequa a várias estruturas, tanto lisas quanto porosas. E as cores são um diferencial, já que, ao tingir a areia o pigmento penetra. Por isso, as tonalidades também são duráveis. Pode lixar que não vai estragar.” A grande novidade, revelada por Robson, é que até o fim do ano a empresa vai lançar o ecomármore.

Divulgação/EcoGranito
Solar


No setor elétrico e hidráulico também há muitas inovações e boas ofertas, tanto no que diz respeito ao custo/benefício quanto no quesito sustentável. Rodrigo de Carvalho, gerente de marketing da Othon de Carvalho Material Elétrico, com 66 anos de mercado e 22 mil itens, conta que o maior foco e destaque desses produtos são os controles elétricos.
Outra aposta em que ele recomenda investir são as lâmpadas de LED. “O custo é mais alto, mas vale pela geração de economia, não aquece e tem dominado o mercado. A cada ano aumenta a variedade de marcas e tipos para ambientes internos e externos.” As conexões rápidas, destaca Rodrigo, são mais um diferencial na hora de investir em reforma ou construção. “É novidade. As conexões são perfeitas, porque o fio não perde energia, usa 100% da eletricidade e aposenta a fita isolante. Fora do Brasil, são usadas em 80% dos imóveis e por aqui só 20% as utilizam. A peça não tem desgaste, dura mais e é a melhor opção para conexões elétricas, com custo/benefício maior.”

Rodrigo aponta as luminárias solares (espeto de jardim e até poste) como boas opções. As peças captam energia solar e acendem à noite por meio da célula fotoelétrica. “Não são caros. Tem espeto de jardim de R$ 11,90 e há postes bons e baratos. Sem falar que não precisam de manutenção, não usam fio, não quebram nada, sem emenda, ou seja, superprático.”

Com tantas opções, soluções criativas e indicações, Rodrigo destaca ainda o chuveiro eletrônico, que não trabalha só com os três tradicionais ajustes de calor (frio, morno e quente), mas com regulagem de temperatura manualmente. “Tem também o chuveiro digital, em que você coloca a temperatura que quer e ela se mantém.” E, para finalizar, ele cita a torneira de comando rápido e com sensor. “Além de construções comerciais, essas torneiras estão cada vez mais presentes nas particulares. E o principal ganho é a economia de água.”

Impressão digital em cerâmica

Paula Vinte, gerente de produto da Santa Cruz Acabamentos, conta que o que há de mais inovador e em evidência na área de construção e reforma, opinião atestada inclusive pela Expo Revestir em março, é a impressão digital Full HD em cerâmica e porcelanato, que consolida-se como uma das principais tendências para o ano. A tecnologia aplicada permite que os mais diversos tipos de imagens sejam estampadas. A técnica permite a impressão em peças pequenas e também em grandes formatos. Entre os lançamentos estão reproduções que imitam de ladrilho hidráulico a tijolos e madeira. “O resultado é incrível. Não tem diferença de tonalidades. Se comprar 50 metros quadrados de um produto e precisar de mais 10m² para completar, o amarelo não será mais claro ou o branco mais escuro. Com impressora gráfica muito avançada, os amadeirados, bem em alta, são quase iguais à madeira, assim como a pedra ou temas florais.”

A gerente lembra que a tecnologia está no mercado há dois anos, mas ganha destaque agora pelo lançamento de um mix de produtos que contempla piso, revestimento e porcelanato. O produto é caro? Ela garante que há desde produtos mais em conta (R$ 30/m²) aos mais luxuosos (R$ 200/m²). Para Paula, a impressão digital Full HD atende às áreas internas e externas, contanto que sejam peças porosas para ambientes ao ar livre e lisas para espaços fechados.

Divulgação/EcoGranito
Outra tendência apontada por Paula em termos de acabamento, com alta procura no mercado, é o porcelanato polido, principalmente o amadeirado. “A facilidade de limpeza conta muito. Tem ainda o piso cimentício, que imita cimento queimado e concreto. O efeito é impressionante.” A gerente de produto destaca o ladrilho para banheiro, cozinha e área externa, “onde fica bem bonito pela característica rústica”. Experiente, Paula lembra que as pessoas têm de se preocupar com a escolha do piso e do acabamento ao pensar em reforma, e, principalmente, em impermeabilização no momento da construção.

“Aliás, a impermeabilização é fundamental nas duas situações. Vale destacar que todos estão mais conscientes da sua importância. Não é inovador, mas a infiltração é problema grave. É preciso fazer direito, seja na construção ou na reforma, para não ter que refazer tudo daqui a dois anos.” E ela lembra que há um tipo de impermeabilizante para cada situação: para o chão é um tipo (dois metros da parede), para laje é outro, ponta de janela um terceiro, e assim por diante. Complexo, mas que não pode ser descartado ou deixado para depois, seja qual obra for. “Não é tão barato. Mas se não usar, seguramente o gasto futuro será maior e vai gerar transtorno. É preciso levar em conta o custo/benefício.”

O que tem muita saída, conforme Paula, é a opção pela caixa de descarga com válvula de dois botões na reforma ou na construção do banheiro. “Uma escolha sustentável, de quem se preocupa com o meio ambiente, com o futuro do planeta.” Funciona da seguinte forma: um botão libera três litros d’água e ao acionar os dois juntos serão liberados seis litros. “É um botão para líquido e outro para sólido. A caixa proporciona economia de água.” E ela assegura que há modelos mais populares e mais caros.

Tags: mercado imobiliário

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