Famílias com renda até R$ 1,6 mil são mais da metade dos compradores MCMV

Balanço de 2013 do programa Minha Casa Minha Vida revela que dos 1,5 milhão de unidades entregues em 2013, 812 mil unidades (53%), foram para pessoas com essa renda

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postado em 29/01/2014 08:02 / atualizado em 28/01/2014 16:37 CorreioWeb /Lugar Certo
No canto inferior, presidente Dilma visita uma unidade do programa Minha Casa, Minha Vida durante entrega de imóveis em janeiro de 2013 - Nelson Almeida/AFP - 25/01/2013 No canto inferior, presidente Dilma visita uma unidade do programa Minha Casa, Minha Vida durante entrega de imóveis em janeiro de 2013

Levantamento realizado pelo governo para o balanço do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) em 2013, revela que do total das unidades entregues no ano passado (1,5 milhão), 812 mil unidades (53%), foram para pessoas com renda familiar de até R$ 1,6 mil. Dessas, 459 mil unidades foram destinadas aos selecionados pelas prefeituras (Faixa 1 do programa) e 353 mil compraram o imóvel diretamente das construtoras com financiamentos nos bancos públicos federais. (Faixa 2 do programa).

O programa tinha como meta era contratar 3,750 milhões unidades até dezembro de 2014 para famílias com renda de até R$ 5 mil. Mas até dezembro de 2013, o programa registrou mais de 3,2 milhões de unidades contratadas e 1,5 milhão de unidades entregues, desde 2009. As famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil foram as mais beneficiadas com a aquisição de imóveis.

Na faixa de renda de até R$ 1,6 mil, o imóvel é construído com recursos do Orçamento Geral da União (OGU). As famílias pagam uma prestação de apenas 5% da renda familiar (com mínimo de R$ 25,00 por mês) para 120 prestações mensais. Os subsídios chegam a ultrapassar 90% do valor do imóvel e a participação nessa faixa é feita após inscrição e seleção pelas prefeituras, a partir de critérios estabelecidos pelo Ministério das Cidades e pelo próprio município.

Segundo o Ministério das Cidades, desde a criação do MCMV, em 2009, o programa passou por vários aprimoramentos para dar mais conforto às famílias. “Este trabalho resultou na ampliação da área construída, na melhoria da acessibilidade das unidades, colocação de piso de cerâmica em todos os cômodos e aquecimento solar nas moradias térreas. Mais recentemente, o programa passou a contratar os postos de saúde e educação junto com as unidades habitacionais. O MCMV também garante que 3% das unidades de cada empreendimento devem ser destinadas aos idosos e o mesmo percentual para as pessoas com deficiência”, destacou o órgão, em nota.

Os indicadores socioeconômico do Ministério das Cidades mostraram que o programa gerou emprego, renda e tributos nos últimos cinco anos. “Com investimento de R$ 198 bilhões, o MCMV sustentou cerca de 1,3 milhão de postos de trabalho em 2013, o que representa 2,6 % da força de trabalho formal da economia brasileira”, enfatiza o ministério.

Com informações do Ministério das Cidades

Tags: decoração

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