Conselho de Planejamento Urbano vai analisar planilhas e mapas do projeto

Entidades e arquitetos são contra a proposta para mudança do uso da área tombada

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postado em 16/03/2014 08:00 / atualizado em 17/03/2014 14:40 Kelly Almeida /Correio Braziliense
Serão analisados no Conplan as planilhas e mapas com detalhamento de todas as regras para uso do solo na área tombada - Breno Fortes/CB/D.A Press Serão analisados no Conplan as planilhas e mapas com detalhamento de todas as regras para uso do solo na área tombada
 
 
Depois da polêmica aprovação do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub), uma nova reunião vai aumentar a discussão sobre a proposta. Esta semana, serão analisados no Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) as planilhas e mapas com detalhamento de todas as regras para uso do solo na área tombada — o que deve gerar mais controvérsia entre o governo e entidades da sociedade civil que são contra o projeto. Finalizada essa etapa, os documentos serão encaminhados à Câmara Legislativa para apreciação dos deputados. Se seguir da forma como está, a proposta abre brechas para a criação de um estacionamento na Esplanada dos Ministérios, a construção de uma nova quadra no Sudoeste e também de prédios na 901 Norte.
 
O secretário de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), Geraldo Magela, explica que, apesar de abrir a possibilidade de implantação desses empreendimentos, o governo não está programando a construção de uma garagem subterrânea na Esplanada dos Ministérios, por exemplo. “O texto autoriza, mas a decisão de fazer, ou não, ainda será tomada mais para a frente. No caso da 901 Norte, também não está decidido o que pode ser criado lá, só que ela vai existir. São detalhes que serão decididos posteriormente, caso as propostas venham a ser liberadas.”

Depois da reunião para aprovação das planilhas do PPCub, marcada para a tarde da próxima quarta-feira, a responsabilidade será dos deputados distritais. “O encaminhamento vai depender deles, que podem fazer alterações no texto”, lembra Magela. Para o secretário, há duas principais razões para aprovar a proposta. “São 26 anos de Brasília com o título do patrimônio cultural e até hoje não temos um plano de preservação, que é exigido pela Unesco. Na minha opinião, hoje as oposições são políticas, em função do momento eleitoral, e econômica, por conta dos interesses de algumas pessoas de fazerem discursos técnicos”, acrescenta.
 
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Tags: sustentabilidade

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