Pesquisa sugere que interesse por inovação em imóveis é comum a todas as classes sociais

Segurança e economia de recursos são importantes para inovar empreendimentos imobiliários, independente da renda do comprador

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postado em 19/05/2014 08:00 / atualizado em 16/05/2014 14:06 CorreioWeb /Lugar Certo
Divulgação/Telsat


Representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) apresentaram um estudo, realizada em parceria com o Instituto Sensus, sobre a perspectiva do consumidor em relação à oferta de inovações em empreendimentos imobiliários. A ideia, de acordo com José Antônio Simon, presidente da Sinduscon-PE, era entender o interesse do público sobre tecnologia. "Queríamos descobrir como o cliente entende o viés tecnológico e até que ponto está disposto a pagar por ele", apontou. 
 
"Inovar é fazer a mesma coisa, só que melhor, gastando menos recursos naturais, por exemplo. Muitas vezes a habitação é oferecida sem considerar a ótica do usuário final. Traçamos o perfil do consumidor e suas necessidades”, acrescenta Maurício Bianchi, diretor de uma empreendedora.

O trabalho mapeou 23 estados brasileiros e o Distrito Federal, entrevistando 1.100 pessoas. Dessa amostra, 78,5% tinham renda de até cinco salários mínimos e 13,6% de cinco a dez salários mínimos. Entre os dois grupos, os que tinham salários menores se mostrabam mais dispostos a pagar por inovações, que incluiriam aquecimento solar, segurança e outras ferramentas de sustentabilidade. 
 
A pesquisa mudou a perspectiva de pessoas que trabalham no ramo. Bianchi, diretor de uma empreendedora, conta que se surpreendeu com mais fatores levados em consideração na hora de escolher um imóvel. "Acreditava-se que uma boa localização era o mais importante. Agora fatores como segurança e economia de recursos fazem partes das exigências do consumidor", destaca. 
 
Quando o assunto é localização, os consumidores continuaram se mostrando exigentes. Entre os pesquisados, 31,5% procuram um lugar considerado tranquilo, 20,6% querem boa localização e o conforto é prioridade para 11,2%.

Tags: brasil

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