Moradores adotam alternativas de segurança em época de férias antecipadas

Com o intervalo escolar, câmeras de vigilância e outros sistemas ajudam a proteger o patrimônio no período em que se está fora de casa

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postado em 11/06/2014 08:00 Paula Takahashi /Estado de Minas
Gerente de marketing, Luciana Vilhena exibe o sistema de monitoramento na sede da empresa - Túlio Santos/CB/D.A Press Gerente de marketing, Luciana Vilhena exibe o sistema de monitoramento na sede da empresa


O período de férias escolares se aproxima e, com ele, o receio de deixar a casa vazia. Apesar dos aparatos de segurança de que muitos condomínios dispõem, como porteiro 24 horas, rede de vizinhos protegidos, cerca elétrica e câmeras de vigilância, os moradores devem estar preparados para o caso de todos eles falharem. Adotar um sistema próprio de segurança dentro da unidade é fundamental para garantir maior proteção ao patrimônio e tranquilidade para aproveitar os dias de descanso.

O diretor da GW Administração de Condomínios, Gilberto Vespúcio, explica que uma das primeiras providências a serem tomadas é identificar os pontos vulneráveis da casa. “Um terraço que dá para pular, uma porta mais frágil, tudo deve ser analisado. A partir daí, é possível observar onde será preciso instalar grades ou se será necessário substituir a porta por outra mais resistente”, orienta.

A entrada da casa exige atenção especial, por isso, vale investir em aparatos tecnológicos capazes de afugentar os interessados em alternativas mais fáceis de arrombamento. Há no mercado grande variedade de fechaduras digitais e com biometria, que podem ser configuradas com senha e têm trancas reforçadas. “Mas, para isso, é importante ter uma porta com material resistente e de boa qualidade”, alerta Gilberto. Para os mais prevenidos, portas com trancas que vão desde a parte superior, passando pelo meio e indo até a base podem garantir mais segurança. Se o orçamento permitir, portas em metal revestidas de madeira podem ter custo próximo a R$ 10 mil.

Câmeras de vigilância também estão ao alcance dos moradores. Ligadas à rede de internet da residência, elas permitem que o interior da casa seja visualizado pelo smartphone em qualquer parte do mundo. “Para facilitar o monitoramento, a câmera pode ser configurada para gravar apenas quando os sensores captam movimento no local. A partir daí, pode ser enviado um alerta para o celular do proprietário, informando sobre o acionamento do sistema”, explica Gilberto. Com o acesso em tempo real, caso necessário, é possível tomar as providências, como contatar um vizinho, um parente ou até a polícia.

Vigilância


Luciana Vilhena, gerente de marketing da Emive, reconhece que, em conjunto com as câmeras, o sistema de alarme também está entre os mais procurados pelos clientes. “Existem projetos para cada ambiente e espaço, e temos sensores adequados para portas e janelas.” Se acionados, eles emitem um sinal para a central de monitoramento da empresa e disparam o procedimento de vigilância. “Imediatamente, entramos em contato por meio dos telefones informados pelo cliente e fazemos toda a conferência de dados com senha e contrasenha. Simultaneamente, acionamos o ponto de atendimento mais próximo do local de disparo do alarme, para que seja realizada uma conferência. Se for constatada a ação de meliantes, a Polícia Militar é solicitada”, afirma Luciana.

Se o proprietário do imóvel estiver sob ameaça, ainda conta com um botão de pânico que também emite sinal para a central. “Um kit de alarme com: central, teclado, gabinete, transformador, bateria, duas sirenes, dois sensores infravermelho e um botão de pânico custa, em média, R$ 980”, estima Luciana. Já o sistema de filmagem com quatro câmeras, 20 metros de cabo e fonte tem valor médio de R$ 3 mil.

Há quem não abra mão de deixar uma luz acesa para dar a entender que tem gente na casa. “Mas ninguém deixa uma luz acesa 24 horas. É preciso ter movimento, caso contrário, o bandido vai notar que, ao contrário do que se esperava, não há ninguém em casa”, alerta Gilberto. Uma alternativa seria a instalação de timers, pequenos aparelhos em que é possível programar os horários e o tempo que a lâmpada permanecerá acesa. “Com essa movimentação, é possível simular de forma mais real que há gente no imóvel”, reconhece Gilberto.

Tags: circuito

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