Brasília terá gestão compartilhada para preservar o conjunto urbanístico

Acordo firmado entre governos federal e local estabelece parâmetros para a preservação de área tombada

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postado em 18/03/2015 13:19 / atualizado em 18/03/2015 13:51
Monique Renne/Esp. CB/D.A Press


Um acordo de cooperação técnica firmado entre o governo do Distrito Federal e o Ministério da Cultura, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), permitirá a gestão compartilhada do conjunto urbanístico de Brasília e o desenvolvimento de estratégias em comum para preservar a área tombada da capital — que inclui as regiões administrativas do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal e Candangolândia.

O documento estabelece um plano de trabalho que envolve questões como o ordenamento da ocupação da orla do Lago Paranoá, a revitalização da Avenida W3 e a sinalização viária de Brasília. "Esse é um instrumento para sanarmos problemas de mobilidade urbana, de descumprimento de leis, de falta de fiscalização", detalhou o secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade.

Assinaram o acordo, durante cerimônia no Cine Brasília na noite desta terça-feira (17/03), Thiago de Andrade e o superintendente do Iphan no DF, Carlos Madson Reis. A cooperação técnica também servirá para tirar dúvidas da sociedade sobre como preservar a área tombada. "Essa parceria valoriza o conjunto urbanístico e amplia o potencial cultural e turístico da nossa cidade", acrescentou o governador Rodrigo Rollemberg, presente no evento.

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Outras metas do acordo são a promoção da cidade como Patrimônio Nacional e Cultural da Humanidade e a criação de um grupo técnico executivo — formado por profissionais do Iphan-DF e da Secretaria de Gestão do Território e Habitação — com o objetivo de debater e encontrar soluções para problemas relacionados ao conjunto urbanístico.

Lançamento de livro
Durante o encontro desta terça, foi lançado o livro Projetos para Brasília 1927-1957, de Jeferson Tavares. A obra apresenta a história e os antecedentes do Concurso do Plano Piloto, vencido por Lucio Costa, em 1957, e analisa os 26 projetos que participaram da seleção.

Com informações da Agência Brasília

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