Projeto arquitetônico brasileiro é finalista de prêmio internacional

O conceito arquitetônico das "Naves do Conhecimento" foi pensado para reduzir ao máximo os impactos ambientais. O vencedor vai ser escolhido por voto popular no site do prêmio

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postado em 02/04/2015 08:58 / atualizado em 01/04/2015 18:12 CorreioWeb /Lugar Certo
Nave do Conhecimento/Divulgação

O projeto brasileiro “Nave do Conhecimento”está entre os finalistas do prêmio "Architizer A+ Awards", de Nova York. Concorrendo com outros quatro países na categoria “Edifícios Públicos”, a iniciativa tem como objetivo disponibilizar para a população do Rio de Janeiro acesso à tecnologia e projetos educativos. A votação é popular e pode ser feita pelo site até esta sexta feira (03/04).

O projeto foi uma iniciativa da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da RioUrbe. A ideia central era democratizar o uso de equipamentos de informática e comunicação. Com quase três anos de existência, as Naves já receberam mais de 1,5 milhão de visitas e cerca de 150 mil pessoas cadastradas, com mais de 14 mil alunos formados em seus vários cursos e oficinas nas áreas de Tecnologia da Informação e da Comunicação.

Nave do Conhecimento/Divulgação


A arquitetura dos prédios do projeto conta com traços futurísticos inspirados em objetos que flutuam. Com cerca de 450 m², as naves são compostas por espaços destinados à recepção, área de estudos, biblioteca digital, administração, sala de aula e sanitários.

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Hoje, a iniciativa conta com oito estruturas em diversos pontos da cidade e é administrada pela Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro. Dentro dos prédios, são oferecidos cursos com o objetivo de disponibilizar a informação e educação através da tecnologia contemporânea de processamento de dados para a população carente.

Nave do Conhecimento/Divulgação


Além disso, filmes e exposições também fazem parte da programação. O grande diferencial do espaço é que o conteúdo dessas atividades e, mesmo a tela dos terminais de computadores, podem ser projetados no “olho” da nave, um vidro de aproximadamente 15 metros quadrados que funciona como um telão na fachada.

Outra característica que chama atenção é que o conceito arquitetônico da iniciativa foi pensado para reduzir ao máximo os impactos ambientais. Segundo o arquiteto responsável pela obra, Dietmar Starke, pontos como sua forma, a tecnologia empregada e orientação solar potencializam a eficiência energética e reduzem o efeito estufa que provoca o aquecimento global.

Nave do Conhecimento/Divulgação


Um exemplo é a presença do telhado verde. Segundo Starke, a ferramenta contribui para a redução da temperatura interna e assim na redução do consumo e custo do ar condicionado. “As águas pluviais, coletadas no teto verde são canalizadas para a cisterna de reuso e sua posterior reutilização para a rega servem, também, como redutor das contribuições à rede pluvial”, acrescenta.

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