Casa ou apartamento? Veja algumas dicas de custos e segurança familiar

A escolha entre um e outro envolve prós e contras. Para não errar na decisão, veja algumas especificações de cada tipo de imóvel

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postado em 07/01/2016 10:03 Estado de Minas /Estado de Minas
Curiosidade Archives/Reprodução


São muitos os fatores para uma família escolher se mora em casa ou apartamento, portanto, são longos os debates entre os prós e contras. Aqueles que preferem morar em casas argumentam que não serão devidos os pagamentos mensais de taxas de condomínio, não terão que participar de assembleias e nunca serão eleitos síndicos ou conselheiros. E, ainda, que na casa terão mais privacidade e espaço etc. De outro lado, os adeptos de apartamentos dizem que o condomínio cuida dos serviços de manutenção e funcionalidade predial, que oferece mais segurança e podem viajar a qualquer momento etc.

Na opção de morar numa casa, financeiramente a família tem a liberdade para estabelecer seu próprio padrão de consumo, ou seja, não tem que participar dos rateios de despesas condominiais, tais como serviços de portaria e limpeza predial, manutenção de elevadores, portas e portões eletrônicos, salão de festas, piscinas, saunas, honorários de síndico e impostos – muitos impostos porque o condomínio é legalmente uma “empresa” sob o CNPJ e suas consequências nos deveres obrigatórios.

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Conforme as informações prestadas por pessoas do mercado imobiliário, o metro quadrado de obra de uma casa (incluso valor proporcional do terreno) fica mais caro que o metro quadrado de apartamento (incluso fração ideal). Mas no mercado de vendas desses imóveis ocorre o contrário: o valor do metro quadrado do apartamento é mais caro, obviamente observando os semelhantes padrões construtivos e de localização urbana.

A disparidade entre os valores das casas e dos apartamentos novos ou usados é uma questão subjetiva e estruturada sobre o poder aquisitivo e status social, principalmente nas grandes cidades mundo afora. O mesmo ocorre no mercado de veículos, no qual algumas marcas e modelos são mais caros quando novos e mais desvalorizados quando usados e vice-versa.

Com referência à segurança patrimonial e familiar é sabido por todos que as atividades criminosas mais corriqueiras são praticadas por bandidos que andam pelas ruas das cidades, na procura de pessoas descuidadas e atacando quando oportuno. Os assaltos seguidos de roubos nas residências familiares (apartamentos ou casas), normalmente são planejados sobre as “falhas” na segurança doméstica e quase sempre os bandidos são bem-sucedidos. Mas o pior tipo de invasão domiciliar é quando praticado por bandidos drogados que agem com muita violência. Portanto, não podemos afirmar que a maior segurança estaria na opção de moradia apartamento ou casa. Podemos arriscar e dizer que tudo isso é uma questão de sorte. Melhor dizendo, “falta de sorte” ao ser escolhido pelos bandidos como a “bola da vez”.

Todas as famílias devem precaver mais na segurança, lembrando que na maioria dos casos os bandidos atacam porque sabem que o “alvo” está portando dinheiro, joias e objetos de valor ou está bem descuidado. Para reduzir os assaltados seguidos de roubos nas residências, as pessoas têm que ficar mais atentas aos movimentos de estranhos ao redor e verificar se não estão sendo seguidas, para depois abrir e entrar no portão social ou da garagem. Se tiver dúvidas sobre a boa segurança, não abra o portão, siga o caminho e se afaste. Se necessário, dê uma volta no quarteirão e procure ajuda da polícia. Todas as famílias podem e devem se associar aos grupos de vizinhos para contratar serviços de vigilância da rua e bairro. Também, para pertencer ao sistema eletrônico de comunicação entre vizinhos (telefonia ou rádio).

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