Casa leva beleza e aconchego à paisagem árida de deserto nos EUA

Imóvel de mais de 1,1 mil m² ressalta visões estendidas para a natureza ao redor

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postado em 01/08/2013 08:00 / atualizado em 01/08/2013 10:10 Joana Gontijo /Lugar Certo
Mansão valoriza individualidade, horizontalidade e sensibilidade para se adequar à aridez da paisagem do deserto - Divulgação/Bill Timmerman Mansão valoriza individualidade, horizontalidade e sensibilidade para se adequar à aridez da paisagem do deserto
 
 
Em meio ao deserto, aparece esta mansão que valoriza os conceitos de individualidade, horizontalidade e sensibilidade para se adequar à aridez da paisagem. Com projeto dos arquitetos do Assemblage Studio, a casa batizada de J2 aproveita o encanto dos proprietários com o ambiente desértico para, a partir da especificação dos materiais, das orientações espaciais, da luz natural, o paisagismo especialmente desenhado para a obra e a aplicação de fontes de energia renováveis, criar uma construção que, mesmo que pareça antagonismo, prima pelo conforto e o aconchego.

 
Com área construída total superior a 1,1 mil m², o imóvel está situado na região recentemente planejada de Summerlin, margeando o lado oeste de Las Vegas, em Nevada, nos EUA, na base de Red Rock. A morada valoriza ambientes abertos e ao ar livre nas zonas comuns, como anseavam os clientes. Um forte interligação entre os cenários internos e externos ressalta as visões expandindas para o campo de golfe anexo e as montanhas ao redor.

Cada espaço de convivência, como a sala principal, a sala de jantar e a biblioteca, alcança a vista para uma paisagem distante e estendida até o horizonte, que fornece também ao pátio e à piscina um tom íntimo de proximidade com a natureza. Como generoso receptor da iluminação do dia, por outro lado um pátio leva o exterior para o bar no porão e a sala de jogos.

Divulgação/Bill Timmerman
 
 
Grande parte da energia que a casa adquire chega através de módulos fotovoltaicos instalados no dossel que, por sua vez, nasceu para excluir a entrada direta do sol na residência nas estações mais quentes do ano, ao mesmo tempo que permite visibilidade máxima para o sul. A terra batida usada na maior porcentagem da obra gera uma massa térmica que minimiza as variações extremas de temperatura diurnas e noturnas.

Divulgação/Bill Timmerman
 
 
Dos espaços públicos aos privados, a morada, enfim, é respeitosa em relação ao deserto, mas não é intimidada por ele. Ela abraça as condições únicas do deserto externalizando, em muito, o viver, e desfocando as distinções entre dentro e fora. A residência, no fim das contas, é tanto sobre como experimentar o meio ambiente, como também fala puramente, e de forma eficiente, acerca da arquitetura propriamente dita.
 
Divulgação/Bill Timmerman
 

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