Leilão virtual de antiguidades oferece peças decorativas ao toque vintage

Os pregões on-line também chegaram ao ramo das antiguidades no Distrito Federal. Muitas lojas especializadas aderiram à novidade como forma de popularizar o setor e aproximar os mais diversos públicos

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postado em 06/08/2013 09:26 / atualizado em 06/08/2013 09:33 Amanda Maia /Correio Braziliense
 
"Tem gente que não quer na internet, faz questão do presencial e só compra se vir e pegar o produto. Mas está tendo um boom de leilões e começamos a reparar nessa questão do meio on-line. Temos mais jovens frequentando a loja" Patrícia Ávila, dona do Relicário Artes e Antiguidades
A cidade de apenas 53 anos é cenário para o improvável encontro de objetos do século 19 com o aparato tecnológico de última geração — e todo o alcance que ele possibilita. Antiguidades, como móveis e peças decorativas, conquistaram, primeiro, os moradores de Brasília. Agora, por meio dos leilões virtuais, alcançam brasileiros de todo o país e reforçam o que muitos desconfiavam, o vintage voltou à moda. Seja em um quiosque no badalado Gilberto Salomão, seja em uma lojinha no tumultuado comércio do Núcleo Bandeirante, seja em um estabelecimento comercial da abandonada W3 Sul, lustres, espelhos, esculturas e penteadeiras ganharam, nos últimos anos, status de arte.

Considerados bens valiosos não só para colecionadores como para os leigos, hoje, os objetos movimentam um mercado em expansão no Distrito Federal, principalmente entre os jovens. Para ampliar a clientela e tornar os produtos mais acessíveis, os donos de antiquários resolveram recorrer aos pregões. O que antes ocorria apenas presencialmente virou febre na web. Sites especializados permitem ao internauta participar dos lances. Para se ter uma ideia do quanto se popularizou o leilão on-line, de ontem até a próxima quinta-feira, pelo menos quatro lojas promovem vendas por meio da modalidade. São cerca de 950 unidades à disposição.

À medida que transformaram um hobby em atividade lucrativa, os comerciantes também aliaram artes plásticas às antiguidades. Assim, obras de artistas nacionais, como Antônio Poteiro, se misturam a pratarias, a cristais e a porcelanas de séculos atrás. A proprietária do Relicário Artes e Antiguidades, na 508 Sul, Patrícia Ávila, 38 anos, reconhece o aquecimento do setor. “Tem gente que não quer na internet, faz questão do presencial e só compra se vir e pegar o produto. Mas está tendo um boom de leilões e começamos a reparar nessa questão do meio on-line. Temos mais jovens frequentando a loja”, observa.
 
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"(O mercado) Tem melhorado de 2008 para cá, e sou otimista. É uma questão de educar o olhar dos clientes para o mobiliário nacional de qualidade, feito com bom material. Às vezes, um móvel nem é tão antigo, mas tem um design bacana" Marcelo Lima, do Antiquário Pé Palito
 

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