Estantes são reinventadas e se transformam em formatos, cores e texturas

A visão de que o móvel serve apenas para empilhar livros é ultrapassada e equivocada. Faça bom uso desse recurso

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postado em 19/08/2013 09:29 / atualizado em 19/08/2013 16:07 Maria Júlia Lledó /Correio Braziliense
Na origem, a estante tinha uma grande missão: abraçar romances, enciclopédias, revistas e outras brochuras que serviam como fonte de lazer e de pesquisa no escritório. No entanto, esse móvel formado por prateleiras pediu licença para ousar e ganhar outros ambientes da casa. Com a mesma funcionalidade — e uma dose de estilo —, as estantes se reinventaram em modelos, formatos, cores e texturas de uma década para cá. “Ganharam até mesmo uma nova tarefa, a de personalizar o lar”, observa a arquiteta May Moura, que assina projetos de estantes que ostentam elegância ao servir como suporte a coleções de cristais e porcelanas, para mencionar alguns usos.

A reinvenção é tamanha que outros profissionais da arquitetura e do design de interiores concordam que esse móvel pode roubar a cena na decoração. “As estantes podem fazer o papel de rack ao apoiar a tevê, além de ostentar nichos decorativos ou delimitar espaços em lofts ou em apartamentos com poucas paredes. Vazadas, passam a ideia de biombo ou mesmo de esculturas”, exemplifica a arquiteta Marcela Passamani. O fato é que, cada vez mais longe do convencional, as estantes ampliaram sua missão. Funcionais, elas também agregam estilo ao lar.

Na origem, a estante tinha uma grande missão: abraçar romances, enciclopédias, revistas e outras brochuras que serviam como fonte de lazer e de pesquisa no escritório. No entanto, esse móvel formado por prateleiras pediu licença para ousar e ganhar outros ambientes da casa. Com a mesma funcionalidade — e uma dose de estilo —, as estantes se reinventaram em modelos, formatos, cores e texturas de uma década para cá. “Ganharam até mesmo uma nova tarefa, a de personalizar o lar”, observa a arquiteta May Moura, que assina projetos de estantes que ostentam elegância ao servir como suporte a coleções de cristais e porcelanas, para mencionar alguns usos.

A reinvenção é tamanha que outros profissionais da arquitetura e do design de interiores concordam que esse móvel pode roubar a cena na decoração. “As estantes podem fazer o papel de rack ao apoiar a tevê, além de ostentar nichos decorativos ou delimitar espaços em lofts ou em apartamentos com poucas paredes. Vazadas, passam a ideia de biombo ou mesmo de esculturas”, exemplifica a arquiteta Marcela Passamani. O fato é que, cada vez mais longe do convencional, as estantes ampliaram sua missão. Funcionais, elas também agregam estilo ao lar.

Janine Moraes/CB/D.A Press


Sala de jantar também é lugar de estantes e objetos decorativos neste projeto dos arquitetos Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho e Matheus Conque Seco Ferreira

Edgard Cesar/Divulgação


Uma estante específica para abrigar uma coleção personaliza um espaço da casa neste projeto da arquiteta May Moura

Clausem Bonifácio/Divulgação


Feita a partir de nichos, a estante na sala de estar é decorada com livros, objetos de decoração e outros mimos neste projeto da arquiteta Marcela Passamani, apresentado na Casa Cor Brasília 2012

Sean Fennessy/Divulgação


Inspire-se

Uma solução criativa apresentada pelo designfiles.net Colocado no ranking dos 50 melhores blogs de design pela revista inglesa The Times, o thedesignfiles.net traz inspirações e referências de lares australianos. Entre projetos de arquitetura, design de interiores, estamparias, ilustrações, móveis, objetos e artesanato, selecionamos um que pode se adequar à sua necessidade. Já pensou em separar ambientes com uma estante? O casal de designers Theo e Soula Mantalvanos abriu as portas da casa, que também é escritório, para mostrar essa solução criativa.

Dica

“Se você tem um ambiente pequeno, uma estante de cores claras amplia o espaço, enquanto outra de cores vibrantes ou escuras faz o efeito contrário. Dá para explorar materiais diversos: alvenaria, laca, concreto aparente. A única questão que precede essas escolhas é: o que você pretende com essa estante? Porque, quanto mais sutil e discreto for o material desse móvel, mais ele vai passar despercebido para se valorizar o que há nele, como livros de arte ou quadros. Nesse caso, é interessante trabalhar com uma base neutra.” (Marcela Passamani, arquiteta)

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