Londres constrói ponte solar que é considerada a maior do mundo já concluída

Ponte construída em 1886 foi reformada e recebeu a instalação de 4.400 painéis solares, que tem capacidade para gerar 900 mil kWh por ano

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postado em 07/02/2014 08:03 / atualizado em 11/02/2014 11:05 Diane Lourenço /Correioweb
As obras iniciadas em 2011 sobre o Rio Tâmisa, tiveram que ser paralisadas durante os Jogos Olímpicos e durou cinco anos para ser concluída - Solar Century/Divulgação As obras iniciadas em 2011 sobre o Rio Tâmisa, tiveram que ser paralisadas durante os Jogos Olímpicos e durou cinco anos para ser concluída

Depois de passar cerca de cinco anos em reforma, foram encerradas as obras da ponte da estação Blackfriars onde passa o metrô de Londres, na Inglaterra, construída em 1886. Mas o diferencial é que a partir de agora 4.400 painéis fotovoltaicos que vão gerar 50% da energia gasta na estação. O que deverá reduzir em até 513 toneladas as emissões anuais de carbono.


A estrutura é considerada a maior “ponte solar” do mundo e tem capacidade de gerar 900 mil kWh por ano. Os módulos ocupam uma área de aproximadamente 6 mil m² e servirá de inspiração para outros empreiteiros se preocuparem com o meio-ambiente, enfatiza o diretor executivo da fabricante do projeto, Derry Newman, em um comunicado no site da empresa executora do projeto.

“O telhado se tornou a nosso marco icónico visível por quilômetros ao longo do Rio Tamisa. Estamos confiantes de que os futuros projetos de infraestrutura importantes e imponentes podem e vão se beneficiar da energia solar. Usando a tecnologia inteligente e sustentável para reduzir o custo de funcionamento da ferrovia, ao mesmo tempo damos aos passageiros viagens mais longase confortáveis”, disse Newman.

A diretora de projetos da Rede Ferroviária Blackfriars, Lindsay Vamplew, afirma que este projeto pode ser estendido para as outras estações em todo o mundo. “Nós estamos criando uma estação espaçosa e moderna e entregando um melhor serviço de trem para os passageiros”, revelou.

As obras iniciadas em 2011 tiveram que ser paralisadas durante os Jogos Olímpicos, em 2012, o que atrasou a entrega da reforma, que durou cinco anos para ser concluída. O empreendimento fica sobre o Rio Tâmisa e atravessou a época onde os trens londrinos eram à vapor. Além dos painéis, a ponte também possui um sistema de reutilização da água da chuva.

Tags: imóvel

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