Preços estáveis dos imóveis marcam início do ano do segmento em Brasília

Segundo o sindicato, a variação dos 12 meses no índice de comercialização imobiliária cresceu 8,28%

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postado em 11/03/2014 10:01 / atualizado em 11/03/2014 10:10 Flávia Maia /Correio Braziliense
Empresas e corretores são unânimes em afirmar que os lançamentos dos imóveis diminuíram e contribuíram para equalizar a oferta e procura - Sedhab/Divulgação Empresas e corretores são unânimes em afirmar que os lançamentos dos imóveis diminuíram e contribuíram para equalizar a oferta e procura

A retração dos lançamentos imobiliários em 2013 segurou os preços e ajudou a acomodar o mercado de imóveis no Distrito Federal. O resultado é um cenário de pouco crescimento no setor e preços estáveis do metro quadrado. Embora os dados das entidades mostrem taxas diferentes, dentro da margem de erro, eles apontam para a estabilidade. Pelo boletim do Sindicato da Habitação (Secovi-DF), divulgado ontem, em janeiro houve uma tímida expansão de 1,9% em relação a dezembro. Enquanto isso, o Índice Fipe-Zap, publicado na semana passada, mostrou leve queda de 0,3% no mesmo período, a segunda maior taxa entre as 16 cidades analisadas — só perde para Porto Alegre (RS), com queda de 0,4%.

As associações de mercado imobiliário do DF, tanto das empresas quanto dos corretores, são unânimes em afirmar que os lançamentos dos imóveis diminuíram e contribuíram para equalizar a oferta e a procura dos produtos, além de manter o preço. Segundo as entidades, a quantidade de obras paradas ou em ritmo mais lento ocorre não só pelo pé no freio das construtoras e imobiliárias, mas também pela dificuldade de aprovação de novos projetos nas administrações regionais. “Em 2013, pouco foi lançado. Foi uma demonstração de maturidade do mercado, que percebeu a hora de restringir a oferta até o estoque ser absorvido”, justificou Carlos Hiran Bentes, presidente do Secovi-DF.

Segundo o sindicato, a variação dos 12 meses no índice de comercialização imobiliária cresceu 8,28%. Foi a primeira vez que o número da entidade ficou acima da inflação. Até novembro do ano passado, estava abaixo do índice inflacionário acumulado. Em dezembro, manteve-se próximo; e no começo deste ano, superou.

A preocupação do setor era de frear o ritmo de queda nos preços que vinha desde 2012. “Detectamos um aumento nas vendas nos últimos meses, mas é claro os preços estão estabilizados”, afirmou Paulo Muniz, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF). “O mercado não está na mesma velocidade de seis anos atrás, mas não percebemos queda nas vendas. O que percebemos é que quem quer vender por um preço fora do mercado não está conseguindo”, analisou José Sena, primeiro-secretário do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-DF).

Tags: canadense

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