Moradia para pessoas com deficiência é tema de seminário internacional

Evento reúne arquitetos, políticos e famílias com o objetivo de discutir acessibilidade habitacional no Brasil

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postado em 05/11/2014 08:05 / atualizado em 05/11/2014 11:49 CorreioWeb /Lugar Certo
O Instituto JNG (www.institutojng.org.br) - Organização Social de Interesse Público - promove, no dia 13 de novembro, o seminário internacional “Cidades e Inclusão Social – Moradias Independentes para Pessoas com Deficiência”, reunindo arquitetos, urbanistas, responsáveis por políticas públicas, profissionais de saúde e famílias.

Julian Boswell, arquiteto e diretor da Sherlock Boswell Architecture, e David Williams, diretor da Ability Housing Association, que administra mais de mil moradias independentes com suporte individualizado na Inglaterra, apresentarão suas experiências e relatos de moradores que aumentaram o nível de independência e autonomia a partir de uma nova visão sobre a inclusão social.

Na ocasião, a Universidade de São Paulo (USP) apresentará uma pesquisa inédita sobre as necessidades e os custos adicionais para que pessoas com deficiência tenham uma vida independente. O evento também contará com a presença do recém-eleito senador pelo Rio de Janeiro, Romário de Souza Faria, que tem uma filha com Síndrome de Down e atua em projetos pela melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência

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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 45,6 milhões de pessoas declararam ter ao menos um tipo de deficiência no país, ou seja, 23% da população brasileira. Durante o encontro, o IBGE apresentará uma análise demográfica sobre a deficiência física, sensorial e mental/intelectual no Brasil. “Morar sozinho deve ser uma opção para todos. Vivenciamos esta realidade e sabemos da dificuldade de um suporte que respeite e, inclusive, amplie o grau de autonomia de pessoas com deficiência. Por isso, criamos uma rede de parceiros para a construção de alternativas saudáveis, para que elas vivam bem após a morte de seus pais ou responsáveis”, afirma Flávia Poppe, presidente do Instituto JNG.

A experiência britânica comprova que qualquer pessoa pode morar sozinha, o que varia é a quantidade de recursos necessários para apoiá-la. “Não se trata de copiar o modelo utilizado na Inglaterra, mas discuti-lo e adaptá-lo da melhor forma possível para a nossa realidade”, avalia Poppe.

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